missões e com o grafico um poko melhor....alias eu to zerando novamente ^^ !!
\0/ ! valeu santa se ta escrtendo para carai !
Feedback | Twitter | Contato | Mapa do site |
Escrito por Júnior Candido Terça, 01 Dezembro 2009 14:46
PS2 - Análise
Verdade seja dita. Por mais pacífico que você seja, em um dia pelo menos você teve vontade de enfiar a cabeça de um bobão na privada. Bom, com Bully isso é possível
Quase todos nós adoramos GTA. Sua história e violência são alguns dos aspectos mais admirados por quem gosta do “jogo livre” da Rockstar. Mas sempre me perguntava quando jogava ainda meu GTA III em meu velhinho K6-2, travando que só: e se esse maluco que dirige feito doido e mata todo mundo tivesse um filho, como ele seria?
Claro que a Rockstar nunca ouviu minha pergunta, mas deve ter raciocinado parecido ao lançar Bully (PS2, PC), que parece filho do Tommy Vercetti (Vice City) ou do homem sem nome (GTA III). No game, você conhece e controla Jimmy Hopkins, um adolescente problema que vai para sua enésima escola interna, Bullworth Academy, pois foi expulso de todas as outras.
Se formos levar Bully pelo lado mais “inocente” da parada, se tiver tal lado inocente, diria que o game serve para relembrar seus tempos de travessuras na escola, como por exemplo, arrumar briga, soltar bomba no banheiro ou passar a mão na bonitona da escola. Claro, se você não viveu nada disso, poderá se divertir ao fazer coisas que nunca passaram por sua cabeça nestes tempos.
Jimmy irá frequentar vários tipos de aula ou matar todas elas. Mas para que ele possa cumprir
todas as tarefas do jogo é bom dar uma de aluno aplicado e participar da maioria, pelo menos. Como isso? Não posso matar aulas? Calma que explico. Se Jimmy é um assíduo aluno de química e for bem aos exames, ele poderá fazer muitas criações explosivas escola afora; indo bem em artes, será um Don Juan de primeira e por aí vai...
O game apresenta 5 capítulos, mais um sexto que pode ser jogado após “zerar” o game, que serve apenas para atingir os 100%. Isso inclui as missões secundárias que podem ou não serem jogadas. As missões começam na escola e no decorrer do game, a cidade também fica disponível. O gráfico é lindo. Como a Rockstar tem prazer em caprichar em seus games, os cenários são bem feitos e diversificados e
os personagens também variam muito, com expressões realistas e bem definidas.
Som também é algo que a Rockstar sempre manda muito bem e Bully tem uma ótima trilha sonora, assim como efeitos sonoros de primeiríssima qualidade e vozes perfeitas, que se encaixam muito bem a personalidade de cada aluno. Controlar Jimmy também é tarefa das mais agradáveis. Respostas instantâneas fazem parte da jogabilidade perfeita e com o passar das missões, novas habilidades são destravadas, como até o manuseio de armas - acalme-se, arma em Bully significa taco de baseball ou estilingues, nada de metralhadoras por aqui. Aliás, como falamos em participar das aulas para melhorar atributos, participe das aulas de Educação Física e melhore ainda mais o que já é ótimo. Fica a dica.
O realismo também é demonstrado pelas reações de Jimmy. Como o jogo tem transição de dia para a noite, insista em deixá-lo acordado muitos dias e quando menos esperar, seu personagem desmaiará de sono em qualquer lugar. Um game como Bully é visto, infelizmente, apenas pela violência e aspectos de um personagem problemático. Parece que estes games não têm história. Um filme pode contar a história de um psicopata numa boa e um juiz exibido adora proibir este tipo de jogo. Mas nada dessa polêmica inútil tira um brilho de um game bem trabalhado e que conta uma história diferente.
| < Anterior | Seguinte > |
|---|