Escrito por Muraktama R. Lemos
Segunda, 21 Setembro 2009 16:35

PS2 -
Análise
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Tags: Calintz , Magna Carta , Magna Carta: Tears of Blood
Fruto da união da japonesa Atlus e da coreana Softmax, Magna carta é uma excelente amostra do que os produtores asiáticos podem fazer se trabalham em conjunto

O character design do jogo ficou por conta de Hyung-Tae Kim, famoso designer coreano, autor de um dos trabalhos mais cativantes já lançados no oriente. Em Magna Carta, o personagem principal é Calintz, membro do grupo de mercenários “Tears of Blood”. Este perdeu seus pais na guerra entre humanos e Yason. Ao longo do jogo, os personagens de seu grupo várias vezes entrarão em conflito a
respeito da guerra, se esta é realmente necessária e se os Yason merecem todo o ódio que é a eles destinado por quase todos os humanos. Inclusive, ao encontrar Reith, uma garota com estranhos poderes que perdeu a memória, verá que ela é uma das poucas personagens que trata os Yason sem preconceito e até se coloca em risco em algumas ocasiões graças a sua inocência.
Os personagens do seu grupo têm várias motivações pessoais para explicar a participação deles na guerra, alguns deles querem acabar com o conflito enquanto outros simplesmente buscam vingança. O próprio jogo já começa com o personagem principal enunciando: “Eu quis me tornar forte não para proteger, mas sim para destruir”. Cheio de amarguras e conflitos internos, você vai liderar seu grupo por este tortuoso mundo onde ninguém é confiável e ninguém confia em você, graças ao clima pesado criado pelas constantes batalhas.
Constantemente, aparecerão durante o game flashbacks contanto o passado, estes flashbacks são muito importantes para a compreensão da história do game. No início, eles parecem um pouco confusos, mas ao passar do tempo, começam a se encaixar como peças de um quebra cabeças.
Jogabilidade

A jogabilidade de Magna Carta é excelente, quebra completamente o tedioso sistema já consagrado para os JRPGs. Aqui os turnos estarão presentes, mas você precisará de mais habilidade do que simplesmente entrar com o comando de ataque. Existe uma espécie de roleta que gira enquanto se precisa apertar três botões (sempre alternando entre “O” e” X”) assim as probabilidades de sucesso do ataque não são aleatórias e sim controladas pela habilidade do jogador, a cada ataque feito com sucesso (três acertos com o status de “great”) a barra Trinity enche a porcentagem de 5%, quando este valor atinge 100% é possível realizar um ataque que causa o dobro de dano comumente alcançado.